sexta-feira, 24 de julho de 2026
24 HORAS PARA MORRER
terça-feira, 14 de julho de 2026
CANIBAIS [THE GREEN INFERNO]
segunda-feira, 15 de junho de 2026
A BOSTA DO PSICOPATA AMERICANO
Um belo homem acorda e começa a se preparar para mais um dia. Ele é um executivo de sucesso e mostra para nós como é sua rotina, como faz a barba, quais produtos utiliza, então vemos os cuidados que ele mantém para sua pele. No trabalho, vemos o quão querido ele é pela sua secretária capacho que lhe cai em adoração enquanto ele acaba sem dó nem piedade com sua autoestima. A gente vê a rotina no dia dele, a importância e a seriedade de sua ocupação, as reuniões com os colegas de profissão invejosos e poderosos, no maior estilo amigão de negócios para o que der e vier, mas todos disputando sua ascenção empresarial, então o papo é sempre muito agradável, mas é um querendo ser melhor que o outro. Bom, pelo menos, essa é a concepção que o personagem mostra para nós que vamos assistindo-o, até chegar o momento em que ele para em frente a um mendigo, finge empatia e o mata na maior crueldade. Não poupa nem o cão de rua que sente a morte de seu dono. Pois é, o que esse homem tem de vaidoso, de bom gosto e de conhecedor das boas coisas da vida, ele também tem de meticuloso e cruel. Você nunca o vê tocado por uma emoção carinhosa, afetuosa, desprovida de interesses. Ele não se comove, não agradece, não retribui. Isso fica bem evidente quando ele está com as putas. Ah, o filme tem cenas fortes.
Esse filme é basicamente isso. A gente acompanha o asseamento impecável e o bom gosto contrastando com uma sede de poder inescrupulosa que o levou a cometer um deslize: matar aquele que na sua cabeça era seu rival. Ele só precisava de um simples motivo. E ter "tomado seu lugar" no restaurante onde só a nata da high society entra passou a ser esse motivo.
A gente acompanha o quanto ele vai se enrolando para se safar da investigação em busca do assassino que era ele, mas era óbvio que não se entregaria assim tão fácil.
Seu temperamento é explosivo. Não do modo que o faz gritar, espernear, atrair a atenção de um monte de gente. A explosão se dá pelo desejo de matar. Às vezes, ele manipula. Outrora, vai no calor da emoção. Tudo depende de com quem está lidando.
Chega uma hora em que o filme vira uma matança desenfreada. Ele realmente fica louco e comete um crime atrás do outro. Vale tudo para não ser pego.
Então, após muitas mortes, muito sangue e muita sola de sapato correndo lá e cá, ele consegue se refugiar em seu castelo e dormir.
Ao acordar, prossegue com toda aquela rotina, só que a gente agora tem a impressão de que aquela será a última vez que ele toma aquele belo banho e desfruta de todos os cosméticos e rituais para se vestir com elegância, pois a gente espera que ele seja pego, assim que botar seus pés na empresa.
A gente tem a sensação de que ele também pensa isso.
Então, a gente vai acompanhando o trajetória e, assim como ele, a gente não vai entendendo algumas coisas, principalmente a falta de alarde. A gente estranha o "vazio" que veio. E daí, ele tem que ir a uma reunião onde sabe que vai lidar com os caras de sempre e novamente a gente vê a ausência de qualquer conflito.
E o filme termina assim. Exatamente sem esclarecer coisa alguma. Você não sabe se ele delirou ou se algo realmente aconteceu e resolveram abafar por algum motivo.
Cheguei a pesquisar no Google a interpretação dessa bosta, pois eu simplesmente não sabia se tinha entendido, mas eu vi que sim, eu tinha entendido. O filme é assim mesmo. Termina propositalmente assim. Nem a gente sabe se aquilo foi real ou não, ou o quanto teve de acontecimento.
Eu odeio filmes assim. Odeio qualquer tipo de história assim. Acho uma covardia para com quem está ali, envolvido na trama, esperando por um desfecho que tenha a ver, em vez de um simples delírio, surto ou loucura. Isso é muito covarde.
Christian Bale é o protagonista.
É claro!
Ti-nha-que-ser!
Eu não o conhecia antes de fazer o Batman (trilogia Nolan). Naquela época, para mim, ele era uma novidade e eu não curti nenhum pouco. Achei ele um ator sem expressão, uma verdadeira geleira. Essa trilogia Nolan é um saco. Só o segundo filme prestou. O segundo, sim, foi digno de prêmios. Mas o primeiro e o terceiro foram um lixo. O primeiro, o pior de todos! Você dorme, sonha horrores, acorda, vai tomar seu café da manhã, vai cagar e Bruce Wayne ainda está em processo de preparação para se tornar o Batman. Puta que pariu! E olha que nem sou um viciado em adrenalina, nem faço parte desse povo que quer tudo dinâmico.
Então, finalmente vi esse merda protagonizar um filme qualquer. Confesso que gostei da atuação dele. Ele mudou no meu conceito. Mas o filme serviu só para isso, apenas para me mostrar que o cara é bom ator. Mas, ainda assim, aquela cara de pastel dele me incomoda. É a mesma cara do Tom Cruise. Parece que está sempre cheirando peido. Do Tom Cruise, o percebi um excelente ator no filme Entrevista Com O Vampiro, mas vamos e convenhamos que ele estava bem diferente na pele do personagem, né? O único filme dele que realmente me agradou. O resto é sempre aquela cara, aquele jeito.
Williem Dafoe fez o investigador. Eu gosto dele. Na verdade, eu gosto de qualquer ator que não sejam Tom Cruise e Cristian Bale. Não, nesse filme o Tom Cruise não dá as caras. Graças a Deus! Mas descobri que o rival do Bale no filme era o Jared Leto. Putz! Esse Jared Leto é mesmo um camaleão! Não o reconheci. Acho muito interessante a capacidade que ele tem de compor seus personagens. Rapaz, fiquei pasmo agora...
Meu companheiro fica puto comigo, porque escolho o filme no miguelão, sem ficar tão interessado em sinopses, atores, nada. Se eu tivesse me atentado a saber mais sobre a produção, um pouco antes de botar para ver, eu não teria ficado surpreso. Ah, Ah!
Ontem, à tardezinha, vi também As Cores Do Mal: Preto, e gostei. Super indico. Quem sabe, eu fale em algum outro post, ou não.
sábado, 3 de janeiro de 2026
FILME | A ÙLTIMA PARADA DO ARIZONA
Minha primeira postagem do ano não será para comentar como foi a virada do calendário, nem focar em algo existencial, como gosto de compartilhar. Quero apenas indicar este filme que assisti na Netflix. Falo onde vi, pois acho que assim ajudo aquela pessoa que se interessa, mas entendo que ninguém saberá como encontrar essa produção no futuro, vez que os filmes andam pulando de um streaming para outro, assim a gente perde a noção e fica até com preguiça de procurar. Mas, vamos lá. Hoje, eu vi na Netflix.
A imagem acima diz tudo sobre o que você vai encontrar na trama inteira. Esse clima aí. O ator que está rendendo a atendente merece um prêmio. Dá medo e ranço ao mesmo tempo, só de olhar para a cara dele.
Houve um assalto a banco. A dupla precisou abastecer o carro em um desses postos de beira de estrada - uma paisagem árida, hostil, largada, com um calor infernal daqueles de fazer suar e feder a gente, do jeito que costuma ser aqui em Ribeirão Preto. Na lanchonete do local, eles fazem a atendente e um vendedor de refém.
O barato da situação é que vai chegando mais gente ao longo da história. E esse povo fica ali, mas não faz ideia do que está ocorrendo. Tornam-se reféns sem saber. Mas há um clima tenso, permanente, e uma hora a coisa vem à tona, então eu gargalhei alto quando um por um dos clientes foi revelando cada qual a sua arma. Sim. Todo mundo tinha uma arma de fogo para chamar de sua, até um frágil casal de velhinhos. Ah, Ah!
Prefiro não contar mais nada. É um filme que achei uma delícia de assitir. Peca no fim, como vem sendo com muita coisa, ultimamente, mas achei tudo muito divertido. Valeu a pena ter assistido. Só uma hora e meia grudado em frente à TV.
quarta-feira, 1 de outubro de 2025
MASKGIRL, UMA SÉRIE BOMBA
Um amigo blogueiro me indicou a série MASKGIRL, da Netflix. Pela referência coreana, fiquei curioso, pois vi Round 6 e gostei, vi o filme Meus 84 Metros Quadrados e gostei, então pensei que a série poderia ser, no mínimo, razoável. Por que não assistir? Lembrando o saudoso personagem Rolando Lero, da Escolinha do Professor Raimundo, eu digo: "Assisti-a-a".
Ah...
Sete episódios de uma hora cada, mas cada um parece que tem três. Os dois primeiros episódios são ruins. Mostram uma mulher que gostaria de ser artista musical, mas cresceu complexada com sua aparência, então ela é mais uma no meio de um grupo que cumpre seu expediente em frente a uma tela de computador, obedecendo ordens de um superior. Ela tem suas "amizadinhas", mas ninguém a nota tanto assim, a ponto de obter uma consideração especial. A que lhe parecia melhor amiga era uma gorda nanica (só faltou a roupa azul e a logomarca Ultragás) cuja aparência também não era lá grande coisa, ainda tinha a língua comprida, adorava uma fofoca e um veneninho - normal em um local de trabalho, principalmente no Brasil (falou o cara que há muitos anos não sabe o que é isso).
A complexada tem um segredo: após o trabalho, à noite, ela faz apresentações em uma plataforma adulta para idiotas. Sim, para idiotas, pois qual plataforma adulta considera o nude como uma infração, a ponto de penalizar o tal do canal? Os idiotas ficam ali, vendo a pessoa dançar, se insinuar, à medida que eles depositam seus pix. Eu disse pix, não picas. Lá não tem pix, mas vocês entenderam o que eu quis dizer. Então eles depositam seus pix em troca de performances sexuais para suas picas, mas nudes não são permitidos. Ahhh...
O segredo é que ela usa uma máscara que lhe cobre todo o rosto. Então ela é conhecida como a garota mascarada, por isso o nome MaskGirl. O corpo é maravilhoso, leva os homens à loucura. Mas é isso, precisa colocar um travesseiro na hora de um rala e rola. E sim, ela é feiona mesmo! Eu achei. Até Michael Myers correria dela na noite de Halloween.
Os dois episódios giram em torno disso, de uma paixão que ela tem pelo seu gerente e de um encontro presencial com um suposto fã. O cara joga um lero, eles ficam bebendo um drinque em um bar. Se fosse no Brasil, iriam parar no hospital e a série acabaria aí, mas lá é uma pátria séria, então eles foram é para um motel. Ela espera o cidadão pagar a diária da suíte, que ficou cara, entra com ele na suítre e depois faz a linha "Meu Deus, o que eu estou fazendo aqui? Como você é mal, por ter me trazido aqui! Logo eu, tão inocente! Quer saber? Vou embora!". Parece que aprendeu direitinho com as 'do job' daqui.
Do lado de fora, um leitão punheteiro nerd, que era seu colega de trabalho e sabia seu segredo (nunca subestime a inteligência que um punheteiro crônico tem envolvendo imagens e sexo), a procurava, desesperado, pois a "bonita" (neste caso, sempre entre aspas, tá?) não sabia que seu príncipe-sapo estava detonando ela nas redes sociais. Para ela, ele jogou o maior chaveco dizendo que era linda, um princesa, que seria maravilhoso ficar com ela, mas ele postava o oposto nas redes (escondido dela, é lógico).
Lá dentro, a "bonita" quer ir embora, então o príncipe-sapo fica desesperado, pois ele quer molhar seu biscoito, já que a noite lhe custou tão caro. "Ki ki foi, kirida? Tá achando que é Brasil?". Há uma briga entre os dois e ele acaba batendo a cabeça na pia e fica morto no chão. Bem na hora em que chega o punheteiro leitão.
Ela se manda e o leitão descobre que o cara não está morto de verdade. Puto que estava pelo flagrante deplorável em torno de sua amada, Shrek Coreano teve um acesso de ira e esquartejou o príncipe-sapo.
A partir daí, a coisa só piora. Shrek Coreano se revela igual ao príncipe-sapo. Ele quer molhar seu biscoito gordo e ensebado na caverninha de Feiona, mas ela quase morre de nojo diante da possibilidade. Resultado: ela acaba matando ele e se manda dali. Ela dá um jeito de sumir do mapa, só que, antes, ainda quando está nas cenas finais com o Shrek Coreano, ela mostra que fez uma série de plásticas para mudar radicalmente sua face.
O terceiro episódio mantém um suspense sobre como ficou a aparência nova da MaskGirl feiona, que não era mais MaskGirl nem feiona, mas a gente não vê nunca como ficou a garota, porque resolveram focar na mãe do Shrek Coreano e um tempo desperdiçado sobre a convivência dela com o filho.
A mãe, com sangue no zóio, descobre a má sorte de seu filho, também que ele era o maior punheteiro da Coreia e, puta da vida, resolve fazer jutiça com as próprias mãos. A gente vai vendo ela arrumando pistas e indo em busca da agora misteriosa ex-MaskGirl Feiona. Perde-se muito tempo nisso, mantendo o suspense para a gente, até que finalmente nos deparamos com a personagem -- a atriz não tinha nada a ver com a anterior, o que eu considerei péssimo, mas aposto que a machaiada hétero até babou pela cabeça de baixo!
Houve um confronto entre ela, sua companheira lésbica e a mãe de Shrek Coreano. A mãe matou a lésbica e a Ex-MaskGirl, agora linda de morrer, matou a mãe de Shrek Coreano. A meu ver, a história deveria ter acabado aí. Foi ruim, mas valeu pelo suspense e os momentos de plot twist. Mas faltavam três episódios ainda, ou seja, quase uma eternidade.
Parei no episódio seguinte, quando a história simplesmente foi descontinuada do tempo atual porque alguém nessa produção cretina achou que a gente queria conhecer a infância besta da feiona. Não! Isso não importava nenhum pouco. Aliás, isso vem sendo comum em séries de hoje em dia. Parece que eles não têm história, então eles metem, de repente, como foi o passado deste ou daquele personagem e ficam enrolando naquele tempo, sendo que aquilo não nos interessa em nada, é só enrolação. Assisti ao episódio, quase inteiro, mas não aguentei mais e resolvi abandoná-la. Infelizmente, a coisa só piorava a cada episodio. Se alguém quiser meter o louco de curioso, assista só os três episódios. Mas já aviso que é uma bomba. Muito chato.
sexta-feira, 26 de setembro de 2025
WANDINHA, DA NETFLIX
quarta-feira, 9 de julho de 2025
THE MOUSE TRAP - O PODRÃO DO MICKEY
Dias desses, estava procurando filmes no You Tube e dei de cara com uma produção trasheira do Mickey, intitulada "The Mouse Trap".
Sério?!
É. O que acontece é que a versão do Mickey de 1928 está em domínio público. Isso quer dizer que o personagem pode ser utilizado sem pedir autorização à Disney, o que dá margem para a criatividade correr solta, principalmente a provocativa.
"The Mouse Trap" é um filme de 2024 no estilo slasher (matança estúpida). No começo, a produção já deixa bem claro que a Disney não tem nada a ver, que é uma equipe independente e blá-blá-blá. Depois de tudo esclarecido, a história começa mostrando um cenário diverttido para jovens e bastante cansativo para as funcionárias exaustas que queriam ir embora, mas, um pouco antes do final de expediente, vem o patrão informar que precisarão ficar mais algumas horas, por causa de uma turma que alugou o espaço para uma festinha. A contragosto, elas ficam. Na verdade, só uma acaba ficando. A outra dá um jeito de se ausentar, na maior malandragem. A turma que alugou o espaço chega e a trama vai deslanchando.
Para minha surpresa, a imagem do filme apareceu muito boa para mim. A dublagem, idem, só que há muitos palavrões, então digo logo para que tirem as crianças de perto, pois muitas palavras cabeludas são pronunciadas sem poupar a quem vê. Eu gostei, achei interessante (por se tratar do Mickey), pois o gênero trash/slasher costuma ter meu apreço. É claro que o Mickey é um homem vestido com uma fantasia. Poderiam ter trabalhado um pouco isso, para o entendimento melhor (ao telespectador) acerca do personagem, como foi com a trasheira do Ursinho Pooh, por exemplo, onde ficou claro que o personagem era o resultado de uma experiência genética mal-sucedida, por isso foi abandonado no bosque, assim como seus amigos. Mas isso, quem sabe, talvez eu comente em um outro post -- ou não.
Clique aqui para ver o filme no YT
sexta-feira, 16 de maio de 2025
O JARDINEIRO e CASSANDRA [SPOILERS]

quarta-feira, 14 de maio de 2025
PRISON BREAK [COM SPOILERS]
Na postagem anterior, citei PRISON BREAK, uma série que considero muito boa e indico para quem gosta de ação, aventura e suspense envolvendo bandidos confinados em um presídio -- um mais complicado que o outro; tem fuga e novas encrencas longe dali.
A primeira temporada estreou nos EUA em 2005, a quinta e última em 2017. Especulam uma sexta, o que considero inviável. Não há mais história. A quinta já forçou um pouco demais a imaginação ao colocar os caras enfrentando terroristas no oriente médio. Também há rumores de remake. Faz muito tempo que venho percebendo que muitos desses remakes não prestam, pelo motivo óbvio de que estamos em outros tempos: muita coisa escrota, indecente e que proporcionam gatilhos seria retirada, o que considero péssimo. Somos adultos. Se você não pode com esses conteúdos, não veja, bote sua fralda pampers, pegue sua chupetinha e fique vendo o pintinho amarelinho.
A série não é perfeita. Existem algumas situações em que você para e pensa: "Mas, por quê? Isso poderia ter sido assim e assado", mas ela cumpre bem a missão do entretenimento.
Apesar de alguns itens que podem acionar gatilhos, eu acho que dá para a família toda ver numa boa. Quando eu era criança, via filmes de terror com bebês matando gente, monstros em parque de diversões, a trasheira de palhaços assassinos e o pau torando na band, de madrugada, será que isso explica minha homosexualidade? Acho que não. Mas se alguém acha que ver filmes pornôs hétero ajuda na heterosexualidade, saibam que na adolescência eu só via pornô hétero, porque nele os caras parece que têm um desejo real. No pornô gay, a impressão que tenho é que nem todo ativo gostaria mesmo de estar ali, naquele papel. Às vezes exageram nas caras e bocas (ou simplesmente não têm nenhuma emoção), então fica tudo artificial. Deve ser por isso que, ultimamente, os filmecos caseiros andam tendo mais aceitação. O cara dá uma pegada no do parceiro sem saber que está sendo filmado, ou sabe, mas nem liga, só quer saber da pica. É muito mais autêntico. Os pornôs héteros que eu assistia também tinham essa coisa de que parecia que os homens sentiam desejo de verdade, por isso valia muito a pena.
Mas, voltando à série, é visível a passagem de tempo a partir da terceira temporada, pois alguns personagens engordaram, outros envelheceram e não houve truque de câmera nem filtro tecnológico capaz de dar um jeito competente nisso.
1a. Temporada - A história começa mostrando Michael sendo preso. Ele confessa que foi de propósito, pois a intenção era salvar o irmão gostosão com cara de mal e corpo do diabo, condenado à cadeira elétrica. Michael é um estrategista superinteligente de mão cheia. Ele bola um plano, não só para tirar o irmão da cadeira elétrica, mas também para fugir do presídio junto com o pessoal que se empenhar em ajudá-lo. Spoiler: na fuga, tem um presidiário versão Faustão (anos 90), que jura que vai fugir também. É meio que óbvio que ele não consegue, mas o momento prende a nossa atenção, queremos ver se o Faustão vai mesmo conseguir fugir da cadeia, isso rende algumas risadas. Fiquei com pena do velhote que nadou e morreu na praia. Eu gostava dele.
2a. Temporada - São procurados por todos os EUA. O foco está em pegar um a um. Spoiler: há uma peneirada e uma turma vai se ferrar no Panamá.
3a. Temporada - O presídio do Panamá faz com que a penitenciária de Fox River de onde saíram seja um berçário. A situação em Sona, no Panamá, é caótica em todos os sentidos. O inferno deve ser aquilo. Spoiler: gostei muito do negão que comandava a porra toda, foi uma pena ele ter morrido, poderiam ter explorado mais do ator. Ele era excelente!
4a. Temporada - Uma organização poderosa que surgiu na temporada anterior fica em evidência agora, pois o foco está em um negócio misterioso que visa controlar o mundo inteiro. Michael, seu irmão gostosão com pinta de ator pornô e os "amigos" precisam desmantelar essa organização e recuperar o artefato poderoso. Spoiler: atores visivelmente modificados pelo tempo, roteiro cheio de lenga-lenga para justificar a falta de impacto, de matança e de doideira. Já não é a mesma coisa.
5a. Temporada - Michael e a turma vivem uma aventura no Iêmen, um país árabe, e lá eles lidam com o terrorismo. Muita ação, violência e pancadaria, talvez para compensar a água de salsicha que foi a quarta temporada. Spoiler: os primeiros episódios parecem até um remake da primeira temporada, só que feito um pouco diferente, pra não dar muito na cara. O demais episódios, da metade pra frente, conseguem dar uma identidade nova, mas a gente já está cansado, por isso a revelação de que o doido psicótico, estuprador e pedófilo tem um filho já barbado e com pelos no saco não causa impacto -- na verdade, achei bem indesejável, um desperdício ao ator bonitão que poderia ter ganhado um destino melhor.
Foi uma série incrível, mas já estava na hora de acabar. Não creio ser uma boa ideia insistirem em nova temporada. Se querem lucrar em cima desse mote, que façam outra série que traga alguns easter eggies desta.
segunda-feira, 28 de abril de 2025
ABORRESCÊNCIA, DA NETFLIX
POIS É
Criação, roteiro e direção artística: Fabiano Caldeira Arte produzida com auxílio de inteligência artificial (OpenAI)
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Agradeço ao grande amigo escritor, Luciano Otaciano, autor de obras que adorei ler (ELO, Desamante, Bagulhão, Conto de Narcisa etc.), pela ...
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Como uma imagem consegue mexer com o interior das pessoas. A seguir, a expressividade de alguns amigos que aceitaram colaborar -- também de ...
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Eveline Passos Rodrigues teria entrado para o mundo do crime após ser vítima de uma tentativa de feminicídio, assim diz o começo de uma maté...








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