Coloco uma história em que Rolo sonha com um galo e acorda querendo fazer uma aposta no jogo do bicho. Era muito comum esse tipo de coisa antigamente, alguém pensando no animal que sonhou e fazendo uma fezinha no bar da esquina.
"Na cabeça", era o termo utilizado para o primeiro sorteio. A premiação pagava muito mais do que o "cercado", ou "corpo", como costumavam atribuir aos outros quatro sorteios.
Hoje em dia, por causa dessa onda de jogo do tigrinho e similares, não faço a menor ideia se ainda existem essas apostas nos mesmos moldes. Esta história faz parte das publicações da turma da Mônica pela editora Abril, por volta de 1985, época em que o jogo do bicho no bar do Seu João era tão natural e procurado quando uma dose de cachaça ao final de um dia de trabalho.
Hoje ocorreu uma audiência pública no STF a respeito do futuro das bets, esse sistema de apostas online que dizem ser ultraviciante e perigoso a todos. A audiência começou às 10 e terminou pouco antes das 18h sem uma definição. Outro dia será agendado para o juramento final, onde os 11 ministros da Corte se manifestarão e o resultado será o indicado por pelo menos 6 votos. O ministro Luis Fux, relator de hoje, já se manifestou contrário às bets.







