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sábado, 8 de agosto de 2026

POIS É

Criação, roteiro e direção artística: Fabiano Caldeira
Arte produzida com auxílio de inteligência artificial (OpenAI)

segunda-feira, 22 de junho de 2026

MÔNICA, A FOFA

Compartilho uma pequena história em que a Mônica se vê em apuros com uma dessas poltronas superfofas (ou seria um pufe?) que parecem tudo, menos um lugar para se sentar. Eu ri. Ah, Ah.
A HQ integra a edição n° 100 da revista Mônica publicada pela editora Abril em Agoto de 1978. Contém apenas 68 páginas no total, o formatinho era um pouquinho mais comprido e custava oito cruzeiros. Cr$ 8,00. Pretendo colocar mais historinhas dessa revista, em outros momentos. Edições como esta estão sendo postadas na Internet. Eu só agradeço.

terça-feira, 9 de junho de 2026

ANIVERSÁRIO DO PATO DONALD - PARTE 1

Hoje se comemora o aniversário do Pato Donald, 92 anos desde sua primeira aparição em um desenho animado chamado A Galinha Sábia. O pato é um dos meus personagens preferidos nos quadrinhos Disney. Super me identifico. 

Por isso, hoje, mostro uma revista bem legal. Além de comemorar o aniversário, ela traz uma aventura dos patos no Brasil em plena Copa do Mundo de 2014. Bora lá!

Pato Donald n° 2432 é de Junho de 2014, publicação da Editora Abril (saudades💓) com 52 páginas no total, incluindo capa, contracapa, com preço a três reais e cinquenta centavos. Hum... Como seria bom esse preço nos gibis de hoje!

A aventura que abre se chama O Melhor aniversário DeTodos Os Tempos e de cara a gente vê o Donald irritado porque tem que limpar a casa bem no dia do aniversário. A Margarida chega com presentes: um medicamento para digestão chamado Xameo-Ugo e um par de entradas para o passeio em um cruzeiro de luxo em torno do tão falado e perigoso triângulo de Patópolis (triângulo das bermudas). Esse sim, deixou o pato empolgado e agora dizendo que era o melhor aniversário de todos os tempos.

Prestes a embarcarem, um vento sorrateiro faz com que as entradas voem das mãos da Margarida e vão parar em pleno mar. Em vez de os iditoas fazerem o alarde para que o povo do cruzeiro se inteirasse da situação, eles ficaram caladinhos por sugestão do Donald que pensou não haver problemas em embarcar sem apresentar as entradas, já que estavam pagas. Então, quando entraram, mentiram para o encarregado, dizendo que só iam se despedir de uns passageiros. 


Ao longo do passeio, eles foram reconhecidos como forasteiros. Para escapar da perseguição, Donald teve a brilhante ideia de se esconder em um bote. O problema é que, quando ele entra, bate sem querer na alavanca que solta a pequena embarcação no mar. Então, ele e Margarida ficaram a esmo à frente do nevoeiro do triângulo de Patópolis. 

Depois de um cagaço imenso, temendo que algo de muito ruim fosse lhes acontecer, o nevoeiro se dissipou e a agitação do mar os atirou para uma ilha. 

Sem tempo para descansar, tiveram que correr para não se tornarem comida de grandes pterodáctilos, pois é, a ilha possuía uma quantidade imensa daqueles pássaros pré-históricos. Conseguiram se safar ao se encaminharem para um amontoado de rochas escalartes que logo se revelaram grandes caranguejos. A príncípio, Donald e Margarida se viram entre a cruz e a espada, mas logo se deram conta de que os caranguejos eram o alimento dos pterodáctilos. 

Os caranguejos começaram a se movimentar com rapidez, temendo o ataque dos pássaros pré-históricos. Donald e Margarida foram com a manada, até encontrarem um jeito de se enveredarem por uma mata. Achando que estavam seguros diante de uma grande árvore, foram capturados em dois segundos por um bando de homens robustos e peludos, no maior pintão de homens neandertais ou algo parecido.

Donald e Margarida ficaram temerosos, mas isso acabou quando ele foi colocado diante uma estátua para compará-lo àquela imagem profética que parecia dizer que ele foi enviado pelos deuses para o bem da tribo. O pato começou a ser tratado como um rei. 

Teve muita comida e festa. O detalhe é que os desenhos mostram só os homens corpulentos dançando uma coreografia onde batiam bunda. Com certeza, esse momento procurou mostrar de forma leve alguma outra coisa que não captei. Talvez foi a maneira de mostrar a viadagem local e mostrar como eles eram muitos, mas não estou bem certo disso, pois esse é um fator irrelevante, mas aposto que a música era Like A Prayer.

A Margarida fica muito irritada com a questão. Em um momento em que vê a "mãezona" indo para algum lugar, resolve segui-la, certa de que descobrirá alguma coisa. É nesse momento que ela ouve uma conversa dessa mãe dizendo que estava na hora de sacrificar o pato.

Margarida fica passada e quer logo contar para o Donald, mas a ogra-mãe esteve "filmando" ela o tempo todo, então a captura. Ela é levada para testemunhar o abate de Donald. Quando chega, vê o pato enjaulado e prestes a ser atirado às criaturas pré-históricas.

Naquele momento, o pai da ogra-mor está passando muito mal. Margarida quer saber o que ele tem, então a ogra fala que ele está sofrendo de um problema desconhecido no estômago. Ela e o povo acham que o grande líder está sucumbindo por causa de um tipo de força demoníaca, algo assim, por isso a necessidade de sacrificar o pato, porque acreditam que isso fará com que outras forças recuperem a saúde dele.

Ao ouvir tudo isso, Donald se lembra do medicamento que ganhou, o Xameo-Ugo. Mais que depressa, ele pega o remédio e joga para a Margarida que, por sua vez, corre para onde o pai da ogra está e faz ele engolir rapidão. Não demora nada, o grande líder dá um arroto de sacudir todo o arquipélado de Fernando de Noronha. Imagine o bafo desse povo competindo com o rio tietê em plena capital de São Paulo. Pois é. Depois do arrotão, o grande líder se levanta feliz da vida. A filha ogra percebe que os patos a ajudaram e cessa o sacrifício, um segundo antes de Donald virar comida jurássica.

Como gratidão, fazem outra festa. Donald volta a encher o bucho enquanto a viadagem corre solta ao som de músicas eufóricas, talvez uma Lady Gaga, Madonna ou sei lá.

A história mostra Donald e Margarida depois, na mesma embarcação pequena, só que fazendo o percurso de volta para Patópolis. Eles chegam até o nevoeiro, passam por ele, avistam o cruzeiro de luxo e percebem que estão perto de casa. 

O último quadrinho mostra a festa de aniversário que Donald encara em casa, organizada pela família que tinha ficado lá e preparado tudo.

O fato de terem voltado no mesmo barco fica a nosso critério se tudo não passou de imaginação, pois a história mostra ele se despedaçando ao ser arremessado contra a ilha. Como, então, pode estar intacto? Ou será que se tratava de outro barco? Isso não ficou claro, mas penso que esse é o propósito para fazer com que alguns interpretem que tudo não passou, talvez, de delírios pelo temor de se verem em pleno triângulo de Patópolis.

As pessoas que vêm aqui e não estão familiarizadas com esse universo de quadrinhos podem ter achado algumas coisas difíceis de engolir ou que certos fatos poderiam ter se resolvido de outra maneira. A gente que é velhão e sempre cresceu nesse universo sabe que a graça dessas historinhas está nesses tipos de coisas que são propositalmente caricatas e às vezes até beiram o absurdo. Esses quadrinhos são feitos para nos divertir, não para pregar lições tão corretas ou reais para a vida.

Ainda há mais duas histórias para comentar, mas vou fazer em outra postagem (prevista para o dia 11), já que me empolguei e tornei esta grande demais. Então, a próxima postagem trará o complemento da revista, principalmente a HQ do Donaldo no Brasil em plena Copa do Mundo de 2014.

Apressados podem ver a versão em vídeo no canal Faquadrinhos. Lá eu mostro a revista completa.

Um abraço. Até breve!

quarta-feira, 20 de maio de 2026

EU E AS TURMAS DOS GIBIS

Tenho muito carinho pela turma da Mônica. Lembro que essa turminha andava lado com a da Disney (em minha casa). Também conheci Luluzinha e Bolinha. 

Estou falando dos meus tempos de criança. De quando, fiz um desenho do Bugu no caderno da escola, no primeiro ano, mostrando para a prôfe que eu sabia pegar no lápis, mas não estava a fim de fazer chuvinha e bolinha. Ganhei um recado na página. Nem lembro o que era, algo do tipo seu filho tem que prestar mais atenção na aula

Hoje, com quase 49 anos e aparência de idoso, tento me despojar de conflitos por ainda ler gibi, por gastar dinheiro, tempo e atenção com esses personagens que são para criancinhas. Conheci muitos outros tipos de quadrinhos, até mais condizentes com minha idade, mas minha vida parece marcada, enfeitiçada pelos da infância. 


Passei por um período em que não tive sequer uma revistinha 

Eu não lia nada. Nada emprestado. Nada em lugar nenhum.

Um dia, indo e vindo de hospital, tendo que me acostumar com certas coisas, meu companheiro me deu um gibi. 

Pronto! Eu nem imaginava, era só um inofensivo gibi. 

Bom... Já faz quase vinte anos que não largo mais o gibi.


Hoje eu vejo que a vida passou depressa demais para me apegar só ao passado. 

O novo? Como que o novo é? Vou gostar? Não vou gostar? Não importa. Eu quero.

E aqui estou eu, com três dos sete títulos de uma fase nova da turma da Mônica. 

No próximo post, pretendo falar sobre elas.

sexta-feira, 27 de março de 2026

AS GÊMEAS - CIRCO

Hoje é o dia do circo. Eu nem sabia!

Quem me informou foi a Catiahô -- escritora, blogueira e leitora das minhas obras na Amazon. Muito obrigado!

O circo é uma das formas de entretenimento mais antigas do mundo. 

As origens remetem ao Egito antigo e à histórica Roma. 

Naquela época, produziam-se espetáculos em grandes teatros de arena, aguçando o interesse de um grande público por causa dos animais selvagens, corridas de carruagens, lutas e acrobacias. 

O nome "circo" veio  do latim -- circus -- querendo dizer círculo.

O espetáculo possui essa característica nômade (ou itinerante, se preferir) após a queda do império romano.

Hoje em dia, mesmo com a configuração bastante diferente, o circo ainda é uma grande atração, exibindo números de contorcionistas, malabraristas, trapezistas, espetáculos que envolvem a arte humana.

Espero que você tenha ótimas lembranças sobre o circo.

sexta-feira, 20 de março de 2026

AS GÊMEAS, O COMEÇO NA INTERNET

Compartilho agora as duas primeiras historinhas em quadrinhos das gêmeas Paulinha e Claudinha que ganharam a Internet há muitos anos. 

Essa ilustração foi feita em 2013, pensando no termo que li por aí: a politicagem na república das bananas. Ficou legal. 

Foi capa de uma revista impressa pela Universo Editora, que apostava nos escritores independentes, produzindo pequenas tiragens sob encomenda, o que funcionou bem para desenhistas que participavam de eventos.

A edição tinha a HQ longa "O Carnaval Da Alegria". Obra que prertendo colorir e melhorar, pois os balões dos diálogos ficaram péssimos. Um grande erro meu. 

Encomendei cinquenta exemplares. Vendi trinta. Usei alguns para fazer graça com familiares e conhecidos. É assim.

Hoje, vejo que ela poderia ter sido melhor.

Lançada em fevereiro de 2017, simbolizou o início do meu conteúdo levado a sério na Internet.

Essas primeiras páginas foram produzidas anos antes da revista. 
Elas existem desde os anos 90. Quem sabe, algum dia, eu fale sobre isso.

terça-feira, 17 de março de 2026

LAICA

Laica viveu com minha irmã e meu cunhado, chegando filhote, tornando-se imensa.

Teve e retribuiu muito amor e carinho. Seu passamento me comoveu tanto que a transformei em desenho.

Nesta terceira tirinha, o nome "Tobby" foi o escolhido pela maioria das pessoas que visitavam uma página do Facebook. A dúvida era entre "Tobby" e "Fox". As pessoas souberam apenas quando postei a tirinha.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

MÔNICA, CEBOLINHA E A ÁRVORE DE NATAL

Em 1981, a editora Abril publicou o Almanaque de Natal da Mônica n° 11, informando claramente que contém 100 páginas e 18 historinhas. A capa é um pouco mais brilhosa e resistente em comparação às dos almanaques padrão. Na verdade, era um tipo de padrão à época. Com o tempo, o padrão foi mudando para capas de material mais simples e a diminuição para 84 páginas. Outra curiosidade é que esse almanaque custou, exatamente, cem cruzeiros, a nossa moeda antiga, representando assim na capa: Cr$ 100.

A seguir, uma das historinhas legais que escolhi para compartilhar aqui, aos fãs notálgicos do antigo blog Socializando HQ. Desculpem a falta de enquandramento certo e nitidez. Providenciei tudo agora, com meu celular e minha própria revista, mas acho que dá para ler. Se quiserem ver folheando a revista é só ir ao meu canal de quadrinhos, o Amigo do Gibi.





UM ABRAÇO, FELIZ NATAL! 
MUITA SAÚDE E MUITA PAZ!
TUDO DE BOM PRA VOCÊ!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

[PRÉ-VENDA] AS LENTILHAS DA BABILÔNIA

Há um tempo, comprei "O destino de Patinhas", uma HQ capa dura que é uma beleza de se ver. A questão é que ela está relacionada a uma anterior, chamada "As lentilhas da Babilônia", que está em pré-venda agora, com previsão de entrega para Fevereiro do ano que vem. A informação me empolgou, mas logo caí na minha realidade proletariada de calcular se valeria a pena.

"Destino" tem cerca de 216 páginas, creditada a Fábio Celoni, nome contemporâneo dos quadrinhos Disney na Itália, por isso impressiona com um trato especial nas cores que dão o primor na arte ao longo da história. Já "Lentilhas", sendo franco, eu não sei se conta com uma arte tão incrível assim, pois se trata de uma obra de muito tempo atrás, estou falando de 1960, produção Italiana creditada ao Romano Scarpa, nome muito bem quisto para os padrões da época. No Brasil, ela foi publicada em 2013, no almanaque temático "O país dos Petralhas". Agora virá em capa dura também, mas são apenas 88 ppáginas com o preço de praticamente 80 reais. É desanimador, principalmente porque paguei menos de 60 reais no "Destino".


Se você pesquisar um pouco, achará outras coleções no mesmo molde capa dura, pela mesma editora, custando entre 80 a 150 reais, só que tem um porém que vale muito a pena considerar: coleções como Carl Barks e Don Rosa são o melhor marterial de todos os tempos da história dos quadrinhos Disney. Vários desses volumes trazem 200 páginas ou mais, o que torna bem mais atrativa a aquisição. Não vale a pena pagar quase 80 contos em menos de 90 páginas de um autor sem a mesma credibilidade. Se fosse um Casty ou um Paolo Mottura, talvez poderia reconsiderar. O "Pé na estrada", capa dura de Fausto Vitaliano e Paolo Mottura está 50 contos na Amazon e traz, praticamente, o mesmo tanto de páginas das "Lentilhas". Eu tenho esse do "Pé". Comprei há muitos anos, em uma promoção, por uma ninharia. Mas, mesmo vendo esse preço de 50 reais, digo que vale cada centavo. A história e a arte são um conjunto que torna a experiência de leitura em algo incrível. Você chora de emoção, em determinado momento, tão imerso que está. 

Estão percebendo onde eu quero chegar? Na minha opinião, não compensa aproveitar a pré-venda. É preciso esperar o lançamento para, um tempo depois, ver algum tipo de oferta. Agora, é claro, se você não tem o dever de zelar por essa precaução financeira, esta é uma ótima novidade que já pode adquirida no site da Panini ou na Amazon. Lembre-se que é pré-venda. Compra agora, recebe no ano que vem.

sábado, 6 de dezembro de 2025

ATUALIZADO: MI-MI-MILENA GANHA SUA REVISTA

Está ocorrrendo em São Paulo o evento CCXP, que se tornou, ao longo dos anos, um dos mais importantes do país, focando em mídias diversas que proporcionam entretenimento -- e o mercado de quadrinhos e desenhos animados da turma da Mônica está totalmente inserido nesse contexto. 

A novidade da revista da Milena se tornou a grande atração, pois os leitores sempre comentavam a respeito de ela ter sua própria revista, mas ver o projeto prestes a ganhar o mercado consumidor é sempre impactante. Não há detalhes de quantas páginas, preço, mas já infornaram que está prevista para Abril de 2026, reforçando boatos de que os titulos de Mônica,  Cwbolinha, Cascão,  Chico Bento e Magsli, ao chegarem de novo no n° 100, serão reiniciadas. Fizeram a demontração da suposta capa, suponho, para testar a reação do público, pois existe um fato que incomoda e muitos não gostam de comentar: desde que Milena apareceu "de verdade" pela primeira vez na revista Turma da Mônica n° 45 da segunda série pela Panini, em Janeiro de 2019, existe uma divisão de opiniões.

Compartilho também imagens de outro lançamento, só que não faço a menor ideia do que se trata, pois não há explicação detalhada onde vi a divulgação. Parece que se trata de uma paródia relacionada ao universo de Guerra nas Estrelas, mas não sei.






Vale lembrar que as revistas passarão por aumento de preço, já em Janeiro de 2026, algumas em 1 real e outras em 2 reais. O número 100 da terceira série de Mônica, Cebolinha, Cascão, Chico Bento, Magali e Turma da Mônica também está próximo e ninguém sabe o que acontecerá depois. 

Será que a revista da Milena substituirá Turma da Mônica? Será que os títulos principais serão resetados de novo? Só o tempo vai dizer.

Acredito que alguns de vocês etão estranhando esse assunto aqui, mas eu sempre tive meu pezinho neses quadrinhos. Quem me acompanhava, desde o saudoso blog Socializando, sabe muito bem. Meu blog, atualmente, é isto. Como definir? Não sei. Só é assim e pronto.

POIS É

Criação, roteiro e direção artística: Fabiano Caldeira Arte produzida com auxílio de inteligência artificial (OpenAI)