Tenho muito carinho pela turma da Mônica. Lembro que essa turminha andava lado com a da Disney (em minha casa). Também conheci Luluzinha e Bolinha.
Estou falando dos meus tempos de criança. De quando, fiz um desenho do Bugu no caderno da escola, no primeiro ano, mostrando para a prôfe que eu sabia pegar no lápis, mas não estava a fim de fazer chuvinha e bolinha. Ganhei um recado na página. Nem lembro o que era, algo do tipo seu filho tem que prestar mais atenção na aula.
Hoje, com quase 49 anos e aparência de idoso, tento me despojar de conflitos por ainda ler gibi, por gastar dinheiro, tempo e atenção com esses personagens que são para criancinhas. Conheci muitos outros tipos de quadrinhos, até mais condizentes com minha idade, mas minha vida parece marcada, enfeitiçada pelos da infância.
Passei por um período em que não tive sequer uma revistinha
Eu não lia nada. Nada emprestado. Nada em lugar nenhum.
Um dia, indo e vindo de hospital, tendo que me acostumar com certas coisas, meu companheiro me deu um gibi.
Pronto! Eu nem imaginava, era só um inofensivo gibi.
Bom... Já faz quase vinte anos que não largo mais o gibi.
Hoje eu vejo que a vida passou depressa demais para me apegar só ao passado.
O novo? Como que o novo é? Vou gostar? Não vou gostar? Não importa. Eu quero.
E aqui estou eu, com três dos sete títulos de uma fase nova da turma da Mônica.
No próximo post, pretendo falar sobre elas.
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