sexta-feira, 3 de abril de 2026
terça-feira, 31 de março de 2026
sexta-feira, 27 de março de 2026
AS GÊMEAS - CIRCO
Quem me informou foi a Catiahô -- escritora, blogueira e leitora das minhas obras na Amazon. Muito obrigado!
O circo é uma das formas de entretenimento mais antigas do mundo.
As origens remetem ao Egito antigo e à histórica Roma.
Naquela época, produziam-se espetáculos em grandes teatros de arena, aguçando o interesse de um grande público por causa dos animais selvagens, corridas de carruagens, lutas e acrobacias.
O nome "circo" veio do latim -- circus -- querendo dizer círculo.
O espetáculo possui essa característica nômade (ou itinerante, se preferir) após a queda do império romano.
Hoje em dia, mesmo com a configuração bastante diferente, o circo ainda é uma grande atração, exibindo números de contorcionistas, malabraristas, trapezistas, espetáculos que envolvem a arte humana.
Espero que você tenha ótimas lembranças sobre o circo.
segunda-feira, 23 de março de 2026
CONTO: O QUE É A VIDA
sexta-feira, 20 de março de 2026
AS GÊMEAS, O COMEÇO NA INTERNET
Compartilho agora as duas primeiras historinhas em quadrinhos das gêmeas Paulinha e Claudinha que ganharam a Internet há muitos anos.
Essa ilustração foi feita em 2013, pensando no termo que li por aí: a politicagem na república das bananas. Ficou legal.
Foi capa de uma revista impressa pela Universo Editora, que apostava nos escritores independentes, produzindo pequenas tiragens sob encomenda, o que funcionou bem para desenhistas que participavam de eventos.
A edição tinha a HQ longa "O Carnaval Da Alegria". Obra que prertendo colorir e melhorar, pois os balões dos diálogos ficaram péssimos. Um grande erro meu.
Encomendei cinquenta exemplares. Vendi trinta. Usei alguns para fazer graça com familiares e conhecidos. É assim.
Hoje, vejo que ela poderia ter sido melhor.
Lançada em fevereiro de 2017, simbolizou o início do meu conteúdo levado a sério na Internet.
quarta-feira, 18 de março de 2026
TUDO VIRA BOSTA
Mandei para um monte de gente.
Os dizeres refletem meu estado de espírito ultimamente.
Cagando e andando para muita coisa.
Pensei em colocar a foto aqui também.
Perdi a vontade.
O gostoso foi mandar para o povo, postar em rede social.
Aqui, eu já acho que não cabe.
Até cabe, mas perdi a vontade. Já foi, já passou.
Tudo na vida tem o seu momento. E passa. Tudo passa.
Fazendo a representação maior do que é a vida - um toletão de bosta.
Essa é a nossa essência. Porque tudo vira bosta.
Pensando em tirar esse cabelo e a barba grande demais.
Até o final da tarde, eu decido. Vivam! Aproveitem.
terça-feira, 17 de março de 2026
LAICA
Laica viveu com minha irmã e meu cunhado, chegando filhote, tornando-se imensa.
Teve e retribuiu muito amor e carinho. Seu passamento me comoveu tanto que a transformei em desenho.
segunda-feira, 16 de março de 2026
sexta-feira, 13 de março de 2026
"VIÚVO" PRESTANDO CONTAS
"Viúvo No Carnaval: Sobre Luto, Memórias e Continuidade" é o meu mais recente ebook. A história conta sobre o luto de João Paulo, um homem de 65 anos que perdeu seu companheiro na data festiva que tanto gostavam de aproveitar.
O(a) Leitor(a) acompanha o desespero do protagonista em lidar com o passamento e a dor da continuidade sem Joaquim, cuja ausência se faz presente em toda a trama.
O "Viúvo" foi para a Amazon no dia 07 de Março.De 08 a 12, ele esteve disponível, facinho, facinho.
Desde "O Caminhante da Madrugada", em 22 de Julho de 2024, vim relutando em colocar gratuito o ebook recém-lançado. A ideia era averiguar quem seriam aqueles(as) que pagariam pela novidade.
Três gatos pingados.Foi bom identificá-los(as).
É só isso o que eu gostaria de dizer: a volta do hábito de colocar um dia gratuito para o ebook lançado. Assim, interessados aproveitam a oportunidade.
Nem tenho hábito de colocar cinco dias corridos de promoção.
Normalmente, opto por um ou dois, mas me empolguei e gastei todos os cinco.
Agora, só depois de noventa dias.
Quem tem assinatura Kindle Unlimited lê de graça.
Verei a possibilidade de inseri-lo, em breve, no Prime Reading: a divisão de leitura disponível para assinantes Prime.
Foram 14 ebooks baixados durante esses dias de promoção.
É da minha vontade que todos leiam, nem que seja para me xingar depois.
Acompanho as páginas lidas através dos relatórios enviados pelos sistema KDP.
Um abraço! Muito obrigado pelo carinho, pelo tempo e pela importância que me dão.
Interessados podem adquirir o ebook, agora pagando R$ 5,99, clicando aqui
domingo, 8 de março de 2026
VIÚVO NO CARNAVAL: SOBRE LUTO, MEMÓRIAS E CONTINUIDADE
Lançamento agora, na Amazon.
Viuvo No Carnaval: Sobre Luto, Memórias e Continuidade
Prazer, alegria e satisfação me definem neste momento.
Não apenas por trazer uma história que vai além do luto e explora as relações, os conflitos e a psique humana.
Mas porque ela representa um marco na arte de transmitir emoções em palavras.
Acabou laboratório, o período considerado treino.
A aprendizagem contínua. É bom somar conhecimento.
Hoje, posso dizer:
Eu sou um contista da escrita contemporânea.
Como prometido, o ebook está GRATUITO hoje e amanhã.
https://www.amazon.com.br/dp/B0GRKZLSC6
Prepare-se, prezado(a) leitor(a)!
Eu quero tocar no seu coração.
Você deixa?
Sou narrador conversacional e provocativo.
Você aguenta?
VOCÊ AGUENTA?!
VAMOS COMEMORAR
Vamos comemorar o que mesmo?
A moça que descobriu que pode ser virgem de xana para o noivo e futuro marido e ter prazer anal escondido por aí?
Ou a casa nova que a outra tomou do marido ao terminar o relacionamento?
Talvez possamos comemorar a agressividade delas enquanto você, homem, não pode quase abrir a boca, senão você causará gatilhos e traumas em decorrência de sua violência psicológica.
Vamos comemorar ela dizer que o marido a estuprou, porque um dia ele a teve quando ela não estava tão a fim.
Vamos comemorar a namorada fazer um sexo hard com o namorado, pedir tapas e agressividade para depois ela ir correndo na delegacia para afirmar que apanhou dele.
Vamos comemorar a namorada dizer que está grávida do seu namorado que ainda não sabe que é estéril, mas descobrirá um dia.
Não esqueça de comemorar também aquela beneficiada pela paternidade sócio afetiva, sendo que o cara mal sabia a voz da criança que nem é dele.
Claro que não se pode generalizar.
Radicalizar, generalizar, jamais!
Mas não me agrada nada os rumos que as coisas estão tomando.
Mas isso não importa.
O que importa é comemorar!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
TRECHO DE "VIÚVO NO CARNAVAL"
Definido. O "Viúvo No Carnaval" será postado na Amazon, nos primeiros dias de Março.
Farei uma promoção de ebook gratuito para facilitar a aquisição.
Compartilho, agora, o momento final de um dos capítulos. Uma palhinha para você ter uma ideia.
Olhou para trás, em direção à porta da sala, viu a cabecinha da esposa do metalúrgico, sinalizando para que voltasse.
Não desejava voltar. Nem um pouco.
Como não encontrou meios de se desvencilhar, obedeceu.
A vizinha, aparentemente recomposta, agora mostrava o seu semblante inchado, os olhos vermelhos, as olheiras sinistras ao redor, as rugas de expressão acentuadas tomando conta, deformando a cara.
Ela exibia a mais profunda dor pela má sorte do filho.
As “meninas” pediram para ele se sentar.
A esposa do metalúrgico arranjou espaço no sofá, acomodando o bebê em seus braços.
O irmãozinho retraído não se encontrava mais ali.
Um tanto contrariado, João se sentou.
Ele e a vizinha se olharam. Ela era digna de pena.
A mulher, sem saber por onde começar, resolveu falar:
— Você disse, agora mesmo, que gostaria de poder ajudar em alguma coisa.
— Certo — ele falou.
Ela não sabia onde enfiar a cara, mas prosseguiu:
— É em relação à dívida do meu filho, sabe? — A voz falhava, efeito do pranto intenso de há pouco, do desespero, estresse…
— Hum.
— Fala logo, mãe! — a esposa do metalúrgico se manifestou.
— Ai, meu Deus! — disse a mulher, tentando arrumar um meio melhor de se expressar, mas a cabeça não ajudava. — Querido, você vai ter que me perdoar por isso, mas é que eu estou no fundo do poço!
— Estou começando a ficar assustado — João Paulo comentou, parabenizando-se em pensamento pela paciência de Jó exercida até o momento.
— Fala, mãe! — encorajou a filha.
Ela olhou para ele.
Ele olhou para ela.
Ela então falou:
— Você não tem três mil reais para me emprestar?
Os olhos dele se arregalaram, a boca se abriu e o pensamento foi expelido:
— Cacetada! Eu preciso de ar! Meu Deus! Está me faltando o ar!
Ele se levantou, saiu correndo em direção ao portão, passou por ele e se trancou em casa.
Certificou-se de que estava bem trancado para não ter que botar a cara na rua tão cedo.
Bola veio ao seu encontro, todo alegre, abanando o rabo.
Ele retribuiu o carinho, mas não por muito tempo.
Fez o que pode para corresponder ao animal.
Caminhou para a cozinha, sem a menor ideia do que fazer.
Sua mente foi tomada por um apagão.
Se alguém lhe perguntasse qualquer coisa: qual é o seu nome, com quem mora, em que cidade vive, não saberia responder.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
A GRANDE CATÁSTROFE - ATÉ QUANDO?
Até o momento em que escrevo esta postagem, mais de trinta pessoas morreram por causa de um deslizamento de terra em Ubá (MG), em decorrência das fortes chuvas.
Já vi isso antes, em outras localidades, anos atrás.
Em Fevereiro de 2022, o youtuber Alessandro Garcia perdeu esposa e os filhos pequenos pelo deslizamento que atingiu sua casa em Petrópolis.
Cerca de 241 pessoas foram vitimadas.
Alessandro mantinha sucesso com seu canal de resenhas e promoções de revistas em quadrinhos publicadas pelas principais editoras do país.
Alessandro continua com o canal.
Demorou para retornar.
Muitos sequer prosseguiriam.
Curioso que, na hora de apertar o dedo na urna eleitoral e eleger calhordas, acabamos sofrendo amnésia a respeito de tudo o que se passou.
Muitas dessas vítimas dão seu voto em apoio às causas das quais não as contemplam e só ajudam na continuidade da degradação do sistema.
Nós, que nem complementamos as estatísitcas em relação aos atingidos, também contribuímos para a corrupção, a sem-vergonhice e a safadeza.
De acordo com nossa realidade, eu pergunto:
Existe como fugir disso? Há meios de não colaborar dessa maneira?
Desconheço que haja uma única resposta aplicável para todos.
No que concerne a minha própria realidade, sinalizo que não.
A verdade está lá fora?
Nascemos em um planeta onde sofremos uma sucessão de acontecimentos.
E somos coagidos a dizer que Deus é maravilhoso.
Deus permitiu que você nascesse, alecrim dourado!
A sua existência está relacionada à sua realidade e à consciência de que está sendo extorquido, alvo de uma porção de ocorrências prejudiciais, até mortais.
No fim, você ficará doente e partirá. Sem nada.
E ainda haverá alguns dizendo que você não teve fé o suficiente.
Sempre pode piorar:
O espiritismo diz que o outro lado é igualzinho.
A vida não acaba aqui.
Você terá uma existência similar, ou seja, continuará se ferrando do lado de lá.
Tá bom ou quer mais?
Prefiro nem saber se tem mais.
sábado, 21 de fevereiro de 2026
E O VIÚVO NO CARNAVAL, HEIN?
Você já percebeu que ainda não coloquei o conto "Viúvo No Carnaval" na Amazon, né?
O processo de revisão foi maior do que pensei.
Eu mudo um detalhe na história. Consequentemente, acabo mexendo em vários outros.
O que era para ser um conto, tornou-se noveleta.
Gemini e ChatGPT têm sido os professores que eu jamais teria condições $ de contratar.
Sou eu que faço as correções no meu texto. Eles apontam quais são, onde estão, explicam em detalhes o motivo da correção, uma verdadeira aula de conhecimento.
Precisa usar duas IAs?
Sim. Infelizmente.
A segunda, curiosamente, mostrou muita coisa que a primeira deixou escapar.
Engana-se quem pensa que não é trabalhoso. É e muito! Mas, como relatei, sairia caro se eu tivesse que pagar profissionais humanos e nem sempre eles teriam a mesma competência, pela obviedade da precisão existente na máquina.
Uau! <suspiro> Estou cansado!
Nem era isso o que eu pretendia compartilhar, mas deixa para um outro post.
Um abraço. Até logo!
domingo, 15 de fevereiro de 2026
SPOILER - SÓ QUE NÃO!
Meu conto do carnaval, com muito empenho, terminarei amanhã, segundona braba onde ainda permanece a data, embora sem a intensidade dos primeiros dias.
Mas isso não importa. Tive que acrescentar coisas não planejadas que mudaram o andamento da história, tornando-a maior do que o previsto, e diferente.
Por exemplo: eu ia colocar um momento hot. Mas abri mão, preferindo focar nas relações humanas, no comportamento dos personagens, propiciando camadas para se refletir.
Compartilho, agora, a única passagem um tanto mais quente que terá na história. Nem é spoiler, pois é um pouquinho dentro de muitas páginas, o que não coloca em cheque o andamento da trama.
Ao abrir o portão, o sujeito foi logo perguntando pela mãe.
João Paulo explicou que ela tinha ido embora, mas lhe deixou uma sacola.
Era um homem bonito. Teria sido mais interessante se a droga já não estivesse tornando seu corpo degradante.
Ele, que segurava um toco de cigarro entre os dedos, o atirou longe e quis saber se podeira usar o banheiro.
João Paulo permitiu.
Apesar de muito latir no início, Bola não teve vontade de contê-lo. Romualdo não era exatamente um estranho.
O cão, acostumado com a variedade de pessoas recebidas pelos donos, ao longo dos anos, sabia que deveria focar no comportamento delas, nem tanto na identidade.
Romualdo, apesar da má fama, não representava uma ameaça.
Apanhou a sacola que João Paulo lhe deu e entrou.
Na sala, fez questão de olhar as peças.
Sentia-se à vontade. Ele estava de pé, olhando cada uma das roupas, elaborando considerações cômicas.
João Paulo, acomodado no sofá, achava engraçado.
Duas bermudas e duas camisetas. De grife. Originais.
A destreza do malandro era tanta que ele averiguou peça por peça e manteve o dinheiro no interior da sacola. Achava que João Paulo não soubesse da grana, que era um inocente no jogo.
Em meio à leveza do momento, João Paulo perguntou:
— Você ainda está mandando ver como entregador naquele ponto de moto táxi?
— Não! Saí daquela toca de marmota não tem muito tempo!
Ele tinha um jeito um tanto animado, entusiasmante de se posicionar. Sabia que os gays o consideravam atraente. O macho magrelo da barba desgrenhada, olhar malvado em meio àquelas sobrancelhas expressivas.
Mantinha certo carisma. Estratégia ou natureza? Não se sabia.
— Que pena — João Paulo comentou.
— Pena nada! Só me passavam “caroço”! Perdi minha moto por causa dessas “roubadas”! Daí, fui demitido sem direito a nada! E ainda disseram que era para eu agradecer pelo fato de o cliente não ter feito um B.O, pois eu teria que responder na justiça.
— Ninguém merece.
— Comi o cu do cara!
— O quê?! Como assim?
— Comi o cu do dono daquela espelunca! Sabe quem é ele?
— Não.
— É um investigador de polícia bem manjado! Todo brabão! Sentou gostoso na minha rola!
— Ué, como foi isso?
— Os caras, os amigos lá do trampo, estavam me zoando porque eu tinha perdido a moto e queria ser ressarcido. Falei para eles sobre os direitos sobre acidente de trabalho, a moto ser minha ferramenta, coisa e tal. Os caras, só me zoando, mandando eu “vazar”, falando que eu não tinha mais o que fazer lá, sem moto, que era para eu “vazar”. Daí, eu falei que gostaria de resolver essa questão com o proprietário. Eles não me levaram a sério, mas, resumindo, um deles acabou me passando o contato do homem. Quando eu vi, eu só ri.
— Você riu? Você não ficou com medo?
— Medo?! Medo de quê? Eu levo esses caras na flauta! Eles arreganham o cu para mim!
— Ah, tá.
— Sério! O cara sentou gostoso na minha piroca, João! Posso te chamar de João?
— Pode.
Romualdo chegou bem mais perto, olhou bem nos olhos de João Paulo e perguntou, utilizando, de repente, uma voz baixa de predador:
— Ou prefere que eu te chame de João Paulo?
João Paulo ficou subitamente hipnotizando por aquela investida inesperada. Os olhos atentos e devoradores dele junto aos seus.
Aquele olhar penetrante, a fala grossa, a barba cheia e escura trazendo uma fragrância, um cheiro de macho…
— Hein, João Paulo?
Romualdo chegou seu rosto bem próximo ao dele.
O hálito quente, com resquícios de nicotina.
A voz cada vez mais baixa, grave, dominadora.
— É João? Ou é João Paulo?
Os rostos se tocaram.
— Hein, João?
Romualdo expeliu sua respiração todinha para dentro das narinas de João Paulo.
— Hein, João Paulo?
João Paulo respirou o odor transferido pelas narinas peludas de Romualdo. Inebriou-se.
Os lábios se tocaram. Sutilmente.
Primeiro chegaram os pelos do bigode grosso de Romualdo.
Sem pressa. Ninguém ali estava com hora marcada para nada.
João Paulo continuava hipnotizado, adorando respirá-lo, sentir o cheiro do macho.
Os lábios se tocaram, mas João Paulo se arrepiou mesmo por causa dos pelos.
E aquele toque sutil, boca a boca, era permanente e sedutor.
Os narizes também se tocavam.
Os rostos pareciam obedecer a uma dança romântica ensaiada.
Só que estava acontecendo tudo naturalmente.
Romualdo sabia ser envolvente.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
UM CONTO NO CARNAVAL
Torçam para que eu consiga acabar o conto dentro deste carnaval.
A história é um drama sobre um senhor que perdeu a pessoa amada em pleno carnaval. O leitor vai acompanhando isso, os primeiros momentos de seu luto.
Esta não é a capa da história. É só uma ilustração que a I.A Gemini me deu.
sábado, 7 de fevereiro de 2026
A TEMPESTADE LÁ DENTRO - 2a. EDIÇÃO
É aquela história: fui mexer em correções pontuais, mas, ao abrir o arquivo, não gostei nada do que vi.
Aonde eu estava com a cabeça, de meter imagens dentro do livro?
Não! Em ebook, só texto!
Leitores(as) de verdade querem texto!
Reli e refiz boa parte do texto, incluindo a diagramação.
A história é a mesma, mas foram tantas mudanças, que considero a segunda edição.
Se você já leu, mergulhe novamente nesta piscina de lágrimas!
A história é um drama sobre um relacionamento longo que não ia para a frente e deixou a mulher descontente. Poucas páginas com uma carga intensa de emoção para os corações mais sensíveis.
Novo livro, nova capa! A primeira deixará saudades. A parte frontal do casarão é simplesmente perfeita.
A imagem é de uso público, provavelmente do Pexels, já que gosto muito desse site.
A capa atual veio pelo ChatGPT. Não foi tão simples como pensei: ela alucinou, me deu algo com cara de fita de filme em VHS dos anos 80.
Tivemos uma D.R, daí ela me entregou algo legal.
Fiz pequenas adaptações em luz, sombra, coloquei o texto sobre ser a segunda edição e "Voilá!"
domingo, 11 de janeiro de 2026
MUDANÇA DE CAPA EM "CALCINHA PRETA DE RENDA"
Agradeço ao grande amigo escritor, Luciano Otaciano, autor de obras que adorei ler (ELO, Desamante, Bagulhão, Conto de Narcisa etc.), pela resenha do "Calcinha Preta de Renda" em seu blog. Muito obrigado, meu caro! O seu "Pensamento Solto" é muito necessário.
O ebook está de capa nova na Amazon. O que aconteceu, eu explico:
A capa anterior (minha opinião) é muito mais interessante. É uma imagem que peguei no Pexels: um site próprio para imagens disponíveis, sem reivindicação de direitos autorais.
Achei a moça interessante, principalmente a calcinha dela - tudo o que imaginei. Fiz o recorte da área que me interessava e ele se tornou a capa.
Acontece que fiquei cismado por não ver um ínfimo resultado prático. Cheguei a fazer um anúncio no Meta, mas não fiquei nada satisfeito. Será que a plataforma é ruim para achar o público alvo, ou fizeram de propósito porque consideraram minha capa inadequada? Eu percebo que, algumas vezes, quando a gente posta algo, a rede social sequer entrega para quem não está em sua lista de contatos, mesmo a configuração permitindo. E não adianta apontar para uma. Parece que todas detêm esse tipo de poder.
É com pesar no coração que mudei a capa. Fiz esta na inteligência artificial Gemini, do Google. São dois personagens importantes na história. Quem leu já sacou de quem se trata.
Achei que seria procurado por algum jornalista cultural da Veja, Globo, ABL, ou receberia propostas de editoras como a DarkSide ou Companhia das Letras. Achei que teria que trabalhar minha modéstia, sabe? Organizar material para mostrar, no Inteligência Ltda ou no Flow Podcast, como sempre tive uma vida simples e sofrida. Combinar com os vizinhos o que eles falariam sobre mim na matéria de abertura do Fantástico. Haja cinquentinha para o Pix nas contas deles. Se chorar no depoimento, sobe para oitenta, mas tem que convencer.
Mas...
Lançar isto e nada foi a mesmíssima coisa. Lançar 30, 40 ebooks e nada resulta na mesmíssima coisa. Lançar 500 ebooks e nada também dará no mesmo. E também não importa o número de páginas. Tudo bem, eu lido bem com isso.
Eu:
A Internet é um castelo repleto de ilusões. A gente precisa tomar cuidado para manter os pés no chão, sempre.
Quem nasceu para ser mortadela jamais será salaminho.
Para encerrar, lembro que o ebook está na Amazon. R$ 3,99 no Brasil ou gratuito para assinantes do Kindle Unlimited. Garanta o seu clicando aqui
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
A TEMPESTADE LÁ DENTRO
"A TEMPESTADE LÁ DENTRO" está de graça na Amazon, somente hoje.
É um conto enxuto focado no drama de uma jovem, seu relacionamento, o desgaste, o amor que fala mais alto e sua decisão. Não tenho muito o que falar, mas a carga dramática é grande. Há um e outro erro de digitação, tenho preguiça de corrigir, mas a história é muito boa. Vale a pena.
https://www.amazon.com.br/dp/B0DGY8YC55
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
"CALCINHA PRETA DE RENDA" PARA OS(AS) PUTOS(AS) NA AMAZON
sábado, 3 de janeiro de 2026
FILME | A ÙLTIMA PARADA DO ARIZONA
Minha primeira postagem do ano não será para comentar como foi a virada do calendário, nem focar em algo existencial, como gosto de compartilhar. Quero apenas indicar este filme que assisti na Netflix. Falo onde vi, pois acho que assim ajudo aquela pessoa que se interessa, mas entendo que ninguém saberá como encontrar essa produção no futuro, vez que os filmes andam pulando de um streaming para outro, assim a gente perde a noção e fica até com preguiça de procurar. Mas, vamos lá. Hoje, eu vi na Netflix.
A imagem acima diz tudo sobre o que você vai encontrar na trama inteira. Esse clima aí. O ator que está rendendo a atendente merece um prêmio. Dá medo e ranço ao mesmo tempo, só de olhar para a cara dele.
Houve um assalto a banco. A dupla precisou abastecer o carro em um desses postos de beira de estrada - uma paisagem árida, hostil, largada, com um calor infernal daqueles de fazer suar e feder a gente, do jeito que costuma ser aqui em Ribeirão Preto. Na lanchonete do local, eles fazem a atendente e um vendedor de refém.
O barato da situação é que vai chegando mais gente ao longo da história. E esse povo fica ali, mas não faz ideia do que está ocorrendo. Tornam-se reféns sem saber. Mas há um clima tenso, permanente, e uma hora a coisa vem à tona, então eu gargalhei alto quando um por um dos clientes foi revelando cada qual a sua arma. Sim. Todo mundo tinha uma arma de fogo para chamar de sua, até um frágil casal de velhinhos. Ah, Ah!
Prefiro não contar mais nada. É um filme que achei uma delícia de assitir. Peca no fim, como vem sendo com muita coisa, ultimamente, mas achei tudo muito divertido. Valeu a pena ter assistido. Só uma hora e meia grudado em frente à TV.
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Como uma imagem consegue mexer com o interior das pessoas. A seguir, a expressividade de alguns amigos que aceitaram colaborar -- também de ...
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Agradeço ao grande amigo escritor, Luciano Otaciano, autor de obras que adorei ler (ELO, Desamante, Bagulhão, Conto de Narcisa etc.), pela ...
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Eveline Passos Rodrigues teria entrado para o mundo do crime após ser vítima de uma tentativa de feminicídio, assim diz o começo de uma maté...









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