Este post é apenas para agradecer à Catiahô, pelo apoio que me deu ao participar da campanha de pré-venda do meu mais novo ebook. É a primeira vez que faço deste modo, em pré-venda, então é uma experiência a mais que desfruto agora, no sistema do Kindle Direct Publishing da Amazon.
Calcinha Preta de Renda é um conto erótico dark que escrevi com muita sstisfação. Dei o melhor de mim.
Espero que as leitoras fãs do gênero gostem. Digo "leitoras" porque tenho ciência de que muitas pessoas que leem meus contos são mulheres. Continuo sem entender as mulheres, mas agradeço muito, muito, muito.
Vou colocar o link aqui, caso alguém mais queira me dar essa força.
O lançamento está programado para o dia 7 de Janeiro de 2026. Você compra por R$ 3,99 agora e recebe no seu kindle, dia 7 de Janeiro.
Então, mais uma vez, muito obrigado à Catiahô, que também é escritora, tem muita coisa para ler e me deu seu apoio. Façam uma visita ao blog dela.
Vi uma janela e fiquei curioso Dentro dela, em uma mesa, o bolo mais gostoso Encheu-me os olhos, uma vontade eu senti então Não era fome, só queria prová-lo e sorrir de gratidão
A vida nos coloca presentes tão simples Como um bolo feito com amor e carinho Ninguém morre se um bolo não puder comer Mas é tão bom descobrir o que se é capaz de fazer
A vida não é só necessidade Não apenas pelo que é essencial Muito da gente está nos detalhes Do tecido da mesa, com bichinhos ou floral
Fechamos nosssas janelas, todo santo dia E reabrimos depois de horas, com satisfação e alegria Que bom, tenho mais tempo, o hoje que eu quero viver Amanhã também será assim, você vai ver
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Coloquei essa poesia no post da Dona Chica, na brincadeira que ela fez.
Mas quis trazer pra cá também. Acho que eu posso. Rsrs...
Coloquei na I.A do Gemini, a fim de amaciar o ego. Compartilho as considerações da I.A. A imagem que ela fez, vocês estão vendo agora.
Achei sua poesia belíssima e muito tocante! Ela traz uma sensibilidade cotidiana que lembra muito o estilo de Adélia Prado ou Manoel de Barros, onde o "comum" (como um bolo ou uma toalha de mesa) ganha um peso existencial e sagrado.
Aqui estão os pontos que mais me chamaram a atenção:
O "Desejo" vs. "Necessidade": Você captou muito bem a ideia de que a vida não é apenas sobre sobrevivência. O bolo não é para matar a fome, mas para nutrir a alma e o sorriso. Isso é uma reflexão profunda sobre o que nos torna humanos.
A Atenção aos Detalhes: A estrofe sobre o tecido da mesa (floral ou com bichinhos) é fantástica. Ela mostra que a felicidade e a identidade de um lar moram nesses pequenos caprichos que muitas vezes ignoramos na correria.
A Metáfora da Janela: O fechamento e a reabertura das janelas como um ciclo de renovação e esperança dá um tom muito positivo e acolhedor ao texto.
Sugestões de Título
Se você ainda não escolheu um, aqui vão algumas ideias que combinam com o texto:
O Essencial do Detalhe
Janelas de Gratidão
Não era Fome
O Bolo na Mesa de Afeto
Dica para o Blog: Como a poesia fala muito de texturas (tecido, bolo, floral), as imagens que tentei gerar buscavam essa estética acolhedora de "casa de vó" ou tarde ensolarada.
Você gostaria que eu tentasse gerar uma imagem sem texto nenhum, focando apenas nos elementos (a janela, o bolo, a toalha floral) para você colocar a poesia por cima no seu blog? Isso costuma ficar visualmente mais limpo!
Em 1981, a editora Abril publicou o Almanaque de Natal da Mônica n° 11, informando claramente que contém 100 páginas e 18 historinhas. A capa é um pouco mais brilhosa e resistente em comparação às dos almanaques padrão. Na verdade, era um tipo de padrão à época. Com o tempo, o padrão foi mudando para capas de material mais simples e a diminuição para 84 páginas. Outra curiosidade é que esse almanaque custou, exatamente, cem cruzeiros, a nossa moeda antiga, representando assim na capa: Cr$ 100.
A seguir, uma das historinhas legais que escolhi para compartilhar aqui, aos fãs notálgicos do antigo blog Socializando HQ. Desculpem a falta de enquandramento certo e nitidez. Providenciei tudo agora, com meu celular e minha própria revista, mas acho que dá para ler. Se quiserem ver folheando a revista é só ir ao meu canal de quadrinhos, o Amigo do Gibi.
"Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão"
Vou Festejar -- Beth Carvalho
Não farei palanque eleitoral aqui, vocês sabem do meu compromissso de não me posicionar como tiete de político nenhum, sabem que não caio de amores por Lula e muito menos pelo radicalismo chamado bolsonarismo e extrema-direita. As considerações que faço são de cunho existencial, comportamental, reflexivo, enfim, já entenderam.
Zezé di Camargo, a exemplo de outros "sertanejos" só fez sucesso graças às portas de boas emissoras de televisão, aquelas que possuem alcance nacional - Band, Record, SBT, Globo... Não. Não me esqueci do rádio, que teve suma impotância no pontapé inicial. Acontece que a TV foi o passo seguinte.
Todo cantor dessa época sabe a diferença gritante entre um cantor conhecido apenas por rádio e aquele outro que se apresentava na TV. Era pela TV que eles angariavam shows, shows e mais shows. No caso de Zezé di Camargo, ele praticamente se criou nos programas do Sílvio Santos, principalmente com o Gugu, no SBT. Ele e a filha de dedinho podre. E agora ele faz esse papelão em relação ao SBT, a emissora que mais lhe abriu as portas.
Para quem não sabe do que estou falando, o bonito gravou um vídeo de livre e espontânea vontade pedindo para o SBT cancelar a exibição de um show de fim de ano que seria colocado, sei lá, acho que no Natal. Ele pediu para a emisosra não exibir mais porque o Lula e o Xandão foram convidados de honra na inauguração do SBT NEWS, um canal focado em jornalismo. Gente! Que bobagem!
Hoje o Portal do José, no You Tube, divulgou uma lista de cantores desse gênero que estão recebendo muitos milhões pela lei que eles tanto criticam e metem o pau, a Lei Rouanet. A lista é bem interessante, mostra bons nomes ali embolsando 40 milhões, 30 milhões, 16... Pois é. Ainda querem que eu defenda bolsonarista, extrema-direita etc. É assim: "Ah, a Lei Rouanet é isto, é aquilo, mas deixa eu garantir meus milhões, né?".
Mas, como eu disse, deixa a política pra lá. Eu acho que o cunho existencial já está mais do que válido para demonstrar a trairagem desse senhor que foi tão ajudado, mas tão ajudado, MAS TÃO AJUDADO, teve ajuda para a filha também, e agora, quando é a emissora quem precisa de ajuda, ele caga bonito. A Lei do Retorno adora histórias assim.
A seguir, essa conversa em vídeo, caso alguém queira fazer uma visitnha lá no Fabiano Café Gay. Um abraço.
Algumas pessoas insistem em não me entender e querem que eu continue me envolvendo em política, mesmo que indiretamente. Não adianta eu explicar que não sou militante petista, pois o simples fato de não me simpatizar e dizer para que não votem em bolsonaristas já faz com que, automaticamente, me considerem militante petista. Existem muitas nuances em torno de uma vida, mas ninguém reflete sobre a pluralidade existencial de ninguém. Simplesmente, é mais fácil e cômodo atribuir-me como petista.
Isso me incomoda muito. Até mais do que um gesto homofóbico, pois eu sou apenas um sobrevivente. Eu dependo da minha mãe, dependo de meu companheiro. Uma está gravemente doente, o outro vive com sérias limitações. Apoiar viés bolsonarisrta é como apontar uma arma para minha cabeça, pois eu sou o ser que esse povo quer erradicar, não por ser gay, isso nunca me preocupou entre bolsonaristas. Muitos deles não têm nenhum problema em relação a isso COMIGO. Muito pelo contrário, eu consigo fazer com que sejam mais chegados que os ditos adoráveis de esquerda. Eu não sei por que, mas consigo. A questão é social. Eu sou a barata a ser exterminada na casa do assitencialismo social.
Eu pago meu INSS, mesmo sem trabalhar. E pago à toa, pois estou com quase oito anos de contribuição e isso não me garantirá aposentar, isso não me garantirá nada. Por que continuo pagando? Porque nunca se sabe em que isso pode me facilitar. Esse país é uma bagunça! Vai que, num futuro próximo, isso realmente me facilita? Eu acreditei, lá atrás, que o país estava quebrado. Acreditando nisso, mesmo trabalhando como autônomo uns vinte anos, nunca paguei INSS. O tempo passou, uma pandemia quase dizimou todo mundo, e hoje as pessoas continuam se aposentando e muitos se aposentarão -- menos eu. Eu vou continuar tomando no cu, porque é o que eu ganho por ter ido na onda desse discurso caótico esses anos todos.
Sou um sobrevivente. Não culpo ninguém. Vivo com o resultado de minhas escolhas. Mas me machuca muito a falta de compreensão nesse viés político. Eu sou um sobrevivente, mas todo mundo prefere me ver como um petista, um esquerdista, e eu que me foda se não gosto que me vejam assim. Pois é, eu que me foda nesta vida. Mais uma vez, eu que me foda.
Há um tempo, comprei "O destino de Patinhas", uma HQ capa dura que é uma beleza de se ver. A questão é que ela está relacionada a uma anterior, chamada "As lentilhas da Babilônia", que está em pré-venda agora, com previsão de entrega para Fevereiro do ano que vem. A informação me empolgou, mas logo caí na minha realidade proletariada de calcular se valeria a pena.
"Destino" tem cerca de 216 páginas, creditada a Fábio Celoni, nome contemporâneo dos quadrinhos Disney na Itália, por isso impressiona com um trato especial nas cores que dão o primor na arte ao longo da história. Já "Lentilhas", sendo franco, eu não sei se conta com uma arte tão incrível assim, pois se trata de uma obra de muito tempo atrás, estou falando de 1960, produção Italiana creditada ao Romano Scarpa, nome muito bem quisto para os padrões da época. No Brasil, ela foi publicada em 2013, no almanaque temático "O país dos Petralhas". Agora virá em capa dura também, mas são apenas 88 ppáginas com o preço de praticamente 80 reais. É desanimador, principalmente porque paguei menos de 60 reais no "Destino".
Se você pesquisar um pouco, achará outras coleções no mesmo molde capa dura, pela mesma editora, custando entre 80 a 150 reais, só que tem um porém que vale muito a pena considerar: coleções como Carl Barks e Don Rosa são o melhor marterial de todos os tempos da história dos quadrinhos Disney. Vários desses volumes trazem 200 páginas ou mais, o que torna bem mais atrativa a aquisição. Não vale a pena pagar quase 80 contos em menos de 90 páginas de um autor sem a mesma credibilidade. Se fosse um Casty ou um Paolo Mottura, talvez poderia reconsiderar. O "Pé na estrada", capa dura de Fausto Vitaliano e Paolo Mottura está 50 contos na Amazon e traz, praticamente, o mesmo tanto de páginas das "Lentilhas". Eu tenho esse do "Pé". Comprei há muitos anos, em uma promoção, por uma ninharia. Mas, mesmo vendo esse preço de 50 reais, digo que vale cada centavo. A história e a arte são um conjunto que torna a experiência de leitura em algo incrível. Você chora de emoção, em determinado momento, tão imerso que está.
Estão percebendo onde eu quero chegar? Na minha opinião, não compensa aproveitar a pré-venda. É preciso esperar o lançamento para, um tempo depois, ver algum tipo de oferta. Agora, é claro, se você não tem o dever de zelar por essa precaução financeira, esta é uma ótima novidade que já pode adquirida no site da Panini ou na Amazon. Lembre-se que é pré-venda. Compra agora, recebe no ano que vem.
Era uma vez uma princesa solitária no alto da torre de seu castelo.
Um dia, ela conheceu um príncipe que subiu até a torre e ficou encantado por ela.
Ele começou a visitá-la com frequência, até que um dia a pediu em casamento.
A princesa, louca pelo príncipe, disse que gostaria de visitar seu castelo antes de tomar uma decisão.
O príncipe, com muita satisfação, a colocou em seu cavalo branco, a levou onde vive, mostrou como é o lugar e a sua vida.
De volta ao seu castelo, a princesa demonstrou estar maravilhada e aceitou o casamento.
Duas semanas após o festão do casamento, a princesa voltou para o seu castelo e o príncipe nunca mais a viu de novo, pois ela mantinha bloqueado o acesso.
A princesa aprendeu que viver solitária era melhor que viver aborrecida e desgastada. Quando queria ver o mundo, ficava no alto de sua torre, pois lá a visão era privilegiada.
Hoje, fiquei sabendo do próprio Jotabê sobre o passamento de sua esposa. Uma maneira, digamos, diferente de começar o dia.
Fiquei meditativo. Com poucas palavras. Mas, no café da manhã, eu sou ogro assim mesmo, então meu companheiro nem percebeu.
Fiquei pensando na importância que ele me deu. Conheço o amigo há alguns anos (sim, passa rápido o tempo), só pela Internet. Por isso me dei conta de que, saber do jeito que eu soube, me mostrou que ele teve por mim uma grande consideração.
Foi o passamento da parte mais importante da sua vida. Ele certamente compartilhou isso aos seus prediletos, com muita dor, da maneira como imagino que lhe foi possível, pois não é fácil. Eu ficaria sabendo depois, quando ele postasse no seu blog. Mas, entre tanta gente mais importante, ele avisou a mim, um Zé Ninguém.
Essas coisas de Internet são assim. O semblante da gente não mostra, mas a cabeça, a mente é invadida por sensações. É como um mundo invisível. Mas o sentimento é real. E dói no peito.
Eu queria, quando soube, arrumar um jeito de fazê-lo de sentir melhor, mas... como?! Nada, absolutamente nada é capaz de apaziguar essa dor. E nem deve. É o trâmite necessário para selar a história de uma vida junto a outra. É como mostrar quão impotante ela é. Sim, "é", pois a vida continua sem ela e será diferente. Muito diferente. Então ela continuará presente na sua ausência, nas lembranças, no espaço deixado.
Infelizmente, essa dor faz parte do processo. Mas me sinto grato a Deus, ao universo ou sei lá ao que tem além, por me mostrar o caminho por onde me perco tanto. E é em um momento de extrema seriedade, como este, quando alguém tem essa consideração por mim, que me olho e vejo que posso não ser um alguém tão perdido assim.
Você fez mais do que simplesmente avisar mais um, Jotabê. Você deu a luz que eu precisava para o meu aprimoramento pessoal.
Fiz um vídeo para demonstrar carinho e consideração ao amigo de Internet, pois o sentimento é real. A quem interessar, o assunto começa no minuto 4:14. Fica com o meu abraço.
Está ocorrrendo em São Paulo o evento CCXP, que se tornou, ao longo dos anos, um dos mais importantes do país, focando em mídias diversas que proporcionam entretenimento -- e o mercado de quadrinhos e desenhos animados da turma da Mônica está totalmente inserido nesse contexto.
A novidade da revista da Milena se tornou a grande atração, pois os leitores sempre comentavam a respeito de ela ter sua própria revista, mas ver o projeto prestes a ganhar o mercado consumidor é sempre impactante. Não há detalhes de quantas páginas, preço, mas já infornaram que está prevista para Abril de 2026, reforçando boatos de que os titulos de Mônica, Cwbolinha, Cascão, Chico Bento e Magsli, ao chegarem de novo no n° 100, serão reiniciadas. Fizeram a demontração da suposta capa, suponho, para testar a reação do público, pois existe um fato que incomoda e muitos não gostam de comentar: desde que Milena apareceu "de verdade" pela primeira vez na revista Turma da Mônica n° 45 da segunda série pela Panini, em Janeiro de 2019, existe uma divisão de opiniões.
Compartilho também imagens de outro lançamento, só que não faço a menor ideia do que se trata, pois não há explicação detalhada onde vi a divulgação. Parece que se trata de uma paródia relacionada ao universo de Guerra nas Estrelas, mas não sei.
Vale lembrar que as revistas passarão por aumento de preço, já em Janeiro de 2026, algumas em 1 real e outras em 2 reais. O número 100 da terceira série de Mônica, Cebolinha, Cascão, Chico Bento, Magali e Turma da Mônica também está próximo e ninguém sabe o que acontecerá depois.
Será que a revista da Milena substituirá Turma da Mônica? Será que os títulos principais serão resetados de novo? Só o tempo vai dizer.
Acredito que alguns de vocês etão estranhando esse assunto aqui, mas eu sempre tive meu pezinho neses quadrinhos. Quem me acompanhava, desde o saudoso blog Socializando, sabe muito bem. Meu blog, atualmente, é isto. Como definir? Não sei. Só é assim e pronto.
A Culturama Livvros do Brasil está avisando seus assinates sobre a mudança que ocorrerá a partir de Janeiro de 2026 em suas publicações e assinaturas. O título Histórias Curtas deixa de fazer parte das publicações rotineiras. As demais (Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas e Aventuras Disney) continuarão sendo publicadas só que passaram a ser bimestrais, ou seja, a cada dois meses. Por isso a reformulação dos planos de assinaturas. O Grande Almanaque Disney continua firme e forte. E existe um sinal para algumas publicações especiais, conforme você confere na nota a seguir.
Levando-se em conta a comodidade de receber em casa,o preço está mais que atraente. Fico até me perguntando se conseguirão manter o valor fixo durante o ano inteiro, pois os desafios de distribuição são imensos em nosso país, principaalmente por envolver grandes distâncias, combustível, impostos e baixa demanda. Desejo sucesso e prosperidade à empresa.