Sim, algumas vezes os dias voam com certa graça, bem-estar, como a brisa refrescante do mar. Outrora, pesam aos nossos pés e podem até ser algo incômodo em nossas costas, como o concreto urbano consolidado.
Fabiano, Eu sempre amei dias de domingo. Por toda minha vida desde a infância eu sempre foram dias marcantes mesmo que não aconteça nada de diferente ou extraordinário. Com a vida e o amadurececimento fui entendendo que não é o dia, e sim sou Eu que o recebo de braços e mente aberta. Na semana passada o domingo foi agitado com a casa cheia. Já hoje, mesmo com o sol lindo, o dia está calminho, a casa vazia: filhos e suas moças, trabalhando longe, e as netas com a Mãe delas, e continua sendo um domingo maravilhoso e aqui estou lendo Blogs. Ah, adorei a imagem dessa publicação. Bjins e Abraço pra Vc e seu Par, de ótimo fim de mais um domingo. CatiahôAlc.
Que beleza e até necessária se faz a calmaria, às vezes, não? Desse tipo de alegria, a vida com filhos e netos em família, só saberei na próxima encarnação. Quero vir uma mulher, aí sim, minha filha, ninguém me segura. Serei um terror.
A semana vai, a outra chega, e a vida se ajeita nesse intervalo simples onde tudo continua de algum jeito. É bonito quando a poesia lembra que seguir também é uma forma de agradecer o dia que nasce.
Gostei do poema. Lembra a fase moderna de nossa literatura. Meio murilo mendes ou Mário Quintana. Simples e belo. Parabéns. Vc escreve muito bem, como sempre lhe disse.
Nossa, me comparando a um mestre da literatura. O senhor deve ter bebido um vinho, não foi? Eh, Eh, Eh... Obrigado. Eu só escrevi o que senti. Foi assim mesmo, no miguelão, senão eu acho que não tem sentido.
E o Natal e o Réveillon surgindo no caminho. Abraço!
ResponderExcluirLembro da Simone. Então é Natal, e o que você fez...
ExcluirE a cada ano os dias e meses parecem mais e mais voar!! Afff...
ResponderExcluirabraços, chica
Sim, algumas vezes os dias voam com certa graça, bem-estar, como a brisa refrescante do mar. Outrora, pesam aos nossos pés e podem até ser algo incômodo em nossas costas, como o concreto urbano consolidado.
ExcluirFabiano,
ResponderExcluirEu sempre amei dias de domingo.
Por toda minha vida desde a infância
eu sempre foram dias marcantes
mesmo que não aconteça nada
de diferente ou extraordinário.
Com a vida e o amadurececimento
fui entendendo que não é o dia,
e sim sou Eu que o recebo
de braços e mente aberta.
Na semana passada o domingo
foi agitado com a casa cheia.
Já hoje, mesmo com o sol
lindo, o dia está calminho, a casa
vazia: filhos e suas moças, trabalhando
longe, e as netas com a Mãe delas,
e continua sendo um domingo
maravilhoso e aqui estou lendo Blogs.
Ah, adorei a imagem dessa publicação.
Bjins e Abraço pra Vc e seu Par,
de ótimo fim de mais um domingo.
CatiahôAlc.
Que beleza e até necessária se faz a calmaria, às vezes, não? Desse tipo de alegria, a vida com filhos e netos em família, só saberei na próxima encarnação. Quero vir uma mulher, aí sim, minha filha, ninguém me segura. Serei um terror.
ExcluirFabiano,
ResponderExcluirA semana vai, a outra chega, e a vida se ajeita nesse intervalo simples onde tudo continua de algum jeito.
É bonito quando a poesia lembra que seguir também é uma forma de agradecer o dia que nasce.
Abraço,
Fernanda
Eu, cada vez mais, me convence que gratidão a Deus é um lance de espirito e não um gesto. Um abraço, querida. Amanhã já é domingo outra vez.
ExcluirGostei do poema. Lembra a fase moderna de nossa literatura. Meio murilo mendes ou Mário Quintana. Simples e belo. Parabéns. Vc escreve muito bem, como sempre lhe disse.
ResponderExcluirNossa, me comparando a um mestre da literatura. O senhor deve ter bebido um vinho, não foi? Eh, Eh, Eh... Obrigado. Eu só escrevi o que senti. Foi assim mesmo, no miguelão, senão eu acho que não tem sentido.
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