segunda-feira, 30 de junho de 2025
FESTA JUNINA REBORN
sexta-feira, 27 de junho de 2025
A BOMBA PODEROSA
segunda-feira, 23 de junho de 2025
FARRA PATRIOTA (E A PICANHA?)
quarta-feira, 18 de junho de 2025
ZÉ CARIOCA - 1 CAPA, 2 REVSTAS
sexta-feira, 13 de junho de 2025
MARGARIDA, ORIGEM E REVISTA
Margarida foi criada por Al Taliaferro em 9 de Janeiro de 1937, aparecendo em um curta-metragrem (como são chamados os desenhos animados com pouco tempo de duração) e indo para os quadrinhos em 1940, em uma história que só foi publicada no Brasil em 1973, na revista Cinquentenário Disney 1, com o nome: Donald Encontra Margarida (Mr. Ducks Steps Out). Na verdade, essa historinha é nada mais, nada menos que um dos curtas-metragens mais conhecidos e alegres de Donald, datado de 1940.


Em 1937, atribuem sua primeira aparição no curta-metragem Don Donald -- Donald vai ao México para se encontrar com ela (hoje em dia, eu jamais faria esse tipo de sacrifício em busca de um pouco de diversão). Entretanto, o nome original da personagem era Donna, sendo que o nome da reconhecida Margarida sempre foi Daisy. Esse detalhe até hoje causa certa divisão entre fãs dos trabalhos clássicos de Walt Disney. Para 'ajudar' no rolo, produziram, em 1951, algumas tirinhas introduzindo a Donna como rival de Daisy. A Disney tem dessas maluquices. Quem nunca se perguntou porque o Pateta dos desenhos para TV tem coisas que não encontramos no Pateta dos quadrinhos? Seu próprio filho, por exemplo, não faz parte do universo dele nos quadrinhos -- quem vemos com ele, algumas vezes, é o sobrinho Gilberto.
Voltando ao foco, Margarida é a versão feminina de Donald, tal como Minnie é a de Mickey.
Há um tempo atrás, quando eram fortes os grupos de discussão sobre os quadrinhos Disney na Internet, percebi que uma galera não gostava nada do jeito de Margarida; achavam-na abusada pelo seu temperamento explosivo (sendo que Donald também tem) e sua conduta duvidosa em relação ao Gastão, por dar bola demais a ele, principalmente nas investidas dele que, segundo alegavam, eram humilhantes para Donald -- onde já se viu uma namorada tmeperamental que ainda o humlhava dessa maneira?
Não creio que essa tenha sido a intenção em torno da personagem. Fiquei até surpreso pela machaiada demonstrar seu incômodo com isso -- um envolvimento sério para meros personagens de quadrinhos. Deixa o pato, gente. Deixa o pato... Ah, Ah!
E com esse temperamento, não é que a editora Abril resolveu produzir o gibi dela? A revista em quadrinhos da Margarida chegou "causando", logo na estreia, provocando os defensores do Donald até no marketing:
Moacir Rodrigues Soares foi muito feliz nos desenhos da capa -- um dos grandes craques dessa época de produção de HQs.
Sim, as duas revistas ganharam as bancas, em 18 de Julho de 1986, contendo 44 páginas, custando Cr$ 4,50 (quatro cruzeiros e cinquenta centavos). Coloco, a seguir, uma pincelada do que tinha no interior de cada uma:
domingo, 8 de junho de 2025
CONTOS DE BEBÊ REBORN
E aí, leitores rebornes, tudo bem com vocês?
Quero divulgar o mais novo "filho reborn" a integrar a família de ebooks na Amazon.
Ele conta com 81 páginas, embora sabemos que isso varia de acordo com o modo como a pessoa lê no Kindle, pois é possível ampliar as letras, as imagens, proporcionando maior comodidade.
Se nos ebooks anteriores o(a) leitor(a) assíduo(a) percebeu a presença de uma e outra imagem ilustrativa, não apenas texto, texto e mais texto, agora os(as) leitores(as) se deleitarão em várias imagens que fiz questão de idealizar no intuito de proporcionar maior imersão ao clima. Elas foram engendradas por mim e geradas pelo Ideogram e Gemini: duas ótimas plataformas de inteligência artificial.
Além desse recurso visual bem bacana, a obra literária contém cinco contos e quatro minicontos. Dois minicontos se encarregam de revelar as primeiras nuances do espírito da obra literária -- aquele início como quem diz: "ó, o conteúdo é assim, você está certo de que deseja prosseguir em sua leitura?", e os outros dois fecham o álbum. Entre eles, estão os cinco contos -- um mais interessante que o outro, escritos por mim mesmo, pois eu sou masoquista, adoro ter o trabalho imenso de um escritor dedicado.
"Mas você falou por aí que a IA deu as ideias...". Sim, a princípio, eu iria apenas copiar e colar tudo o que a IA me entregasse, mas meu egocentrismo deve estar tão pica das galáxias, que li os contos e achei tudo muito estranho e facilmente desabonador. Não sou modesto, eu vi aquilo e falei "eu escrevo anos-luz melhor", então sentei o cu gordo e fedido na cadeira e escrevi. Eu devo ser muito tolo pro desafiar uma inteligência, mas esse sou eu. Se os contos da IA fossem bons, eu teria aproveitado, sim. Sem problemas. Quando eu escrevo, parece que outra pessoa vem e toma conta de mim -- é como alguém que me diz o que fazer, como deseja que eu faça. Só que não! É só minha cabeça.
O bom de escrever é que me satisfaço em colocar determinadas coisas que (acredito) nem todo mundo perceberá. Se perceber, não sei se saberá como é essa satisfação. Por exemplo:
-- em Bezerrão Desmamado, o mais legal para mim não esteve em mostrar o cerne; eu adorei usar a imaginação para brincar com o Carlos ao colocá-lo como o filho adulto que mama nas tetas do pai endinheirado. Adorei colocar o momento em que ele está com a Micka, a mulher interesseira de seu pai poderoso que sabe que ela não está com ele por amor, mas o relacionamento é conveniente porque ela é uma tremenda de uma gata e é boa para ele. Adorei ela manipulando a cabeça do marido para desmamar o Carlos, um perturbado almofadinha que precisava logo arrumar o próprio canto em vez de ficar ali, usufruindo de coisas que deveriam ser apenas para ela e seu filhinho. Adorei colocar a rispidez de Carlos contra Micka, literalmente tratando-a como intrusa, sanguessuga, e a manipulação dela em seguida. Acho que alguém já captou a referência, já entendeu o que eu quis dizer. É uma diversão à parte, nas entrelinhas, não está ali para que ninguém veja, por isso considero esse ebook uma experiência nova que me foi prazerosa.
Bom, não vou me prolongar. O ebook está na Amazon, custa 5,99 (cinco reais e noventa e nove centavos). Não pretendo colocá-lo em promoção de livro gratuito. Não durante este ano. A promoção do ebook gratuito é maravilhosa, só que muitos baixam e não leem, sendo que eu só ganho quando sou lido pela primeira vez. A pessoa pega de graça e não me lê, ou me lê um ano depois, sabe-se lá quando, então não ganho agora. Quem tem a assinatura do Kindle Unlimited lê de graça.
Estou muito feliz por esta obra literária -- este "bebê reborn" que levou mais tempo do que inicialmente planejei, mas me proporcionou momentos de alegria e satisfação. Avançar no meu patamar de escrita é uma realização muito minha, graças às leituras que venho tendo. Olho para trás e vejo que hoje estou melhor que ontem. Que bom!
Se ainda não clicou no link, a hora é essa, clique aqui, REBORN, e pegue o seu.
VOCÊ TEM QUE SER AMIGO DA IA
Essa é uma conversa um tanto mais intimista, sabe? Não quero dar um tom pesado. Não tem necessidade. Então, não pensem que estou julgando pe...















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